Coopeavi e CoopeTranserrana firmam intercooperação | Coopeavi

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Coopeavi e CoopeTranserrana firmam intercooperação


Aliança estratégica entre cooperativas de Santa Maria de Jetibá vai favorecer transporte de cargas

A Coopeavi e a CoopeTranserrana, Cooperativa de Transportes da Região Serrana, ambas com sede em Santa Maria de Jetibá (ES), firmaram uma aliança estratégica de intercooperação, oficializada em evento no último dia 16 de outubro. O objetivo dessa parceria é a atuação conjunta no interesse comum de fortalecer o sistema de transportes das duas cooperativas.

A CoopeTranserrana continuará atuante no transporte escolar mas, a partir de agora, passará a diversificar suas operações com o transporte de cargas. A Coopeavi, por sua vez, possui grande demanda nesse serviço, sendo a maior parte terceirizada com cooperativas de transporte e outras transportadoras.

Com a intercooperação, o fortalecimento das cooperativas se dá basicamente pela sinergia estratégica e operacional das duas entidades. A Coopeavi acredita na maior agilidade e assertividade no transporte de cargas, enquanto a CoopeTranserrana expande sua atuação no novo segmento, aumentando receita e quadro social. A expectativa é da chegada de, pelo menos, 200 novos associados.

Além de  ingressar no segmento de cargas, a CoopeTranserrana irá manter e buscar o fortalecimento do transporte de passageiros. “É um segmento estrategicamente muito importante para a cooperativa e não perderemos o foco nessa operação”, destaca o presidente da CoopeTranserrana, Ederson Jacob.

A Coopeavi iniciou conversas com os motoristas de cargas que já prestam serviços para apresentar a recente parceria. Segundo o gerente executivo administrativo da cooperativa, Fábio Braga, a migração será feita de forma gradual.

O processo está sendo iniciado pelo transporte de rações e, posteriormente, será feita a transição, ainda em planejamento, do transporte de adubos. Apesar da nova aliança, a Coopeavi manterá a parceria com a Cooperativa dos Caminhoneiros de São Gabriel da Palha (Coopcam) para atender algumas regiões e segmentos.

Para o presidente da Coopeavi, Denilson Potratz, a intercooperação vai desobstruir os atuais gargalos logísticos na entrega de mercadorias verificados com a expansão dos negócios da cooperativa nos últimos anos.

A ideia é atender cada vez melhor nossos cooperados. Vamos associar os caminhoneiros da região na CoopeTranserrana para prestar serviço de transporte de carga para a Coopeavi e, com isso, saem ganhando as duas cooperativas, unindo famílias que alimentam famílias”, diz.

Logística

De acordo com Fábio Braga, a Coopeavi irá direcionar grande parte da sua demanda logística para a CoopeTranserrana. “Mesmo sendo terceirizada, a operação contará com o suporte muito próximo da nossa equipe de logística, o que, acreditamos, garantirá maior agilidade e qualidade no serviço prestado aos cooperados e clientes nas diversas unidades de negócio”, explica o gerente.

Parte dos colaboradores da equipe administrativa da CoopeTranserrana estão trabalhando provisoriamente em um dos prédios administrativos da Sede da Coopeavi para melhor interação. “Como a sede administrativa das duas cooperativas estão localizadas no mesmo município, enxergamos a possibilidade de trabalhar alguns processos de forma conjunta, buscando redução de custos e maximização dos resultados”, completa Braga.

O diretor vice-presidente comercial da CoopeTranserrana, Luís Krause, aposta na melhoria do clima organizacional. “A intercooperação traz melhoria no relacionamento entre os colaboradores e de todo o processo, que ficará mais transparente. A partir de agora, nossa equipe vai sentir mais tanto o suporte em gestão da Coopeavi quanto da própria CoopeTranserrana”.

O gerente de transportes da Coopeavi, Raul Vieira, destaca que a interferência da gestão da cooperativa no novo segmento abraçado pela CoopeTranserrana vai permitir à Coopeavi continuar crescendo, mas com sustentabilidade. “A demanda continua aumentando, e a nossa necessidade de estrutura no setor de transportes é ainda maior. Então, entendemos que ter isso dentro de casa, com a interferência da nossa gestão, nos daria muito mais força. Não é incorporação, é intercooperação”, afirma.