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Avicultores da Coopeavi aptos para novos alojamentos

Quarenta e seis avicultores com processos elaborados pela Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), além de outros associados que assumiram a regularização da granjas de postura comercial por conta própria, vão poder receber novos lotes de galinhas poedeiras. Eles cumpriram as exigências da Instrução Normativa (IN) nº 008, de 17 de fevereiro de 2017, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os granjeiros estão entre os proprietários de 337 granjas avícolas comerciais capixabas que apresentaram requerimento de registro ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf). O prazo para entrega da documentação foi oficialmente encerrado no último dia 3 de março.

Agora, os processos serão analisados pelas equipes do Idaf. Em caso de necessidade de adequações, os responsáveis terão um prazo de até 30 dias para promover os ajustes. De acordo com a legislação federal, os estabelecimentos que não protocolaram não têm mais permissão para novos alojamentos até que o núcleo se adeque à legislação.

“Todos os produtores que entregam ovos no Entreposto da Coopeavi apresentaram requerimento de registro de granjas. A primeira etapa é o requerimento, que gerou número de protocolo. Após, a documentação será analisada, e se estiver tudo certo, a próxima etapa será a vistoria”, explica o veterinário da Coopeavi, Tarcísio Simões.

De acordo com o diretor-presidente do Idaf, Júnior Abreu, o Instituto vem realizando diversas ações ao longo dos anos para contribuir com o processo de regularização. Cursos, reuniões técnicas, palestras, capacitações, participação em feiras agropecuárias, elaboração de cartilha orientativa, entre outras iniciativas foram realizadas em parceria com a Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves).

“A avicultura tem um importante papel social e econômico no Estado, por isso, tanto o Idaf quanto a Aves atuam para garantir que as condições mínimas de biosseguridade sejam implantadas, prevenindo a introdução no Estado de doenças de impacto sanitário e econômico, como a influenza aviária, por exemplo”, explica Abreu.